Rede Sociais Ceel/UFPE Twiiter Facebook Flick YouTube

  • PROGRAMAS

    Programas de formação de professores da educação básica.

    Ações para treinar professores do Ensino Fundamental Ações para treinar professores do Ensino Fundamental
  • CURSOS/TURMAS

    Cursos para professores das redes municipais e estaduais de ....

    Cursos para professores das redes municipais e estaduais Cursos para professores das redes municipais e estaduais
  • MATERIAIS

    Materiais de palestras, comunicações apresentadas, slides e relatos disponibilizadas pode formadores e professores atendidos.

    Material de Apoio.Palestras,comunicações,slides e relatos apresentadas Material de Apoio.Palestras,comunicações,slides e relatos apresentadas
  • Pacto Nacional da Alfabetização na Idade Certa - PNAIC

    O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é uma iniciativa do Governo Federal, através do Ministério da Educação (MEC), que tem como finalidade garantir a alfabetização plena de crianças com até 8 anos de idade em todo o Brasil. Trata-se de um compromisso formal entre instituições de educação superior, secretarias e conselhos estaduais e municipais de educação, cujo eixo principal é a formação continuada de professores alfabetizadores.



    Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana do Recife - RELEITURA

    Mediadores de leitura e coordenadores das oito bibliotecas comunitárias que integram a Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana do Recife estão entusiasmados com a oportunidade de agregar conhecimentos técnicos; juntar o saber acadêmico ao prazer que os move no trabalho de contribuir para democratizar o acesso ao livro e formar leitores. Numa parceria da REleitura com o Ceel Centro de Estudos em Educação e Linguagem, do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco, está em curso o projeto Formação de Gestores e Mediadores de Leitura.



    Ver todos os programas Ocultar

    Cursos

    Subprojeto Mediadores de Leitura na Escola Mediadores - Lista dos Aprovados:

    PROCESSO SELETIVO
    Subprojeto Mediadores de Leitura na Escola
    Mediadores - Aprovados:

    Fábio Rogério Rodrigues da Silva -15pontos
    Isamar Martins de Santana - 15 pontos
    Maria Betania do Nascimento Andrade - 15 pontos
    Luciana Lima dos Santos - 14,5 pontos
    Adilene Maria Marques Pereira - 14 pontos
    Flávia Messias Lucena Melena - 14 pontos
    Sthefano Santana Souza de Farias - 13 pontos
    Selma Maria de Oliveira - 11 pontos
    Mauro Silva de Souza - 11 pontos



    Turmas



    Ver todos os cursos e turmas Ocultar

    Caderno de apresentação

    Clique para mais informaçõesClique para ocultar as informações

    Caderno 7 - Alfabetização matemática na perspectiva do letramento

    Clique para mais informaçõesClique para ocultar as informações

    Ver todos os programas Ocultar
  • ATUAÇÃO

    Avaliação educacional, assessoria, formação de professores...

    Atuação. Avaliação educacional, assessoria, formação de professores... Material de Apoio.Palestras,comunicações,slides e relatos apresentadas
  • NOTÍCIAS

    Conheça os critérios de participação dos cursos.

    Turmas. Conheça os critérios de participação dos cursos. Turmas. Conheça os critérios de participação dos cursos.
  • TESES E PESQUISAS / PUBLICAÇÕES

    Materiais de palestras, comunicações apresentadas, slides e relatos disponibilizadas..

    Teses e pesquisas.Materiais de palestras, comunicações apresentadas, slides e relatos... Teses e pesquisas.Materiais de palestras, comunicações apresentadas, slides e relatos...
  • PESQUISA

    O CEEL desenvolve pesquisas relativas ao ensino da língua portuguesa. Dedica-se, sobretudo, a investigar questões relacionadas ao ensino e à aprendizagem da leitura e da escrita na Educação Infantil, no Ensino Fundamental, no Ensino Médio e também na Educação de Jovens e Adultos.

    Dentre as temáticas desenvolvidas, destacam-se as relacionadas à alfabetização e ao letramento, cujas abordagens compreendem princípios teórico-metodológicos ligados à psicogênese da escrita, ao letramento e ao enfoque dado à diversidade de gêneros textuais na escola.

    A construção identitária dos docentes e aprendizes é também um tema presente nas investigações dos pesquisadores do CEEL.

    Os projetos vem recebendo financiamento de agências de formento à pesquisa, tai como CNPq e FACEPE.



    FORMAÇÃO DE PROFESSORES

    No CEEL funciona o Centro de Formação de Professores (CFP) que atua na formação inicial e continuada de professores de Educação Infantil, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos, promovendo cursos, oficinas, palestras e debates.

    Diante das constantes mudanças nas concepções de linguagem, aprendizagem e ensino nas últimas décadas e tomando por base uma linha sócio-interacionista de trabalho, o CFP oferece cursos presenciais e semipresenciais visando atender à demanda das secretarias de educação por formação continuada de seus profissionais.



    Ver todos os programas Ocultar

    Acessibilidade comunicacional para pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e a biblioteca comunitária

    Em 20 de julho encerramos o primeiro ciclo de encontros formativos do Programa Bibliotecas Comunitárias na UFPE e UFPE nas comunidades. Nesse quarto encontro de 2021, contamos com a participação de 29 pessoas, entre bolsistas do programa de extensão, equipes das bibliotecas comunitárias, equipe do CEEL e convidados. O tema desse encontro foi Acessibilidade comunicacional para pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e a biblioteca comunitária, com exposição da professora Rafaella Asfora, membro do programa de Extensão e do CEEL e especialista na área de educação inclusiva.

    A marca dessa formação foi o diálogo, com destaque para as vivências compartilhadas por membros das equipes das bibliotecas sobre pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo nas comunidades e a apresentação de informações trazidas pela palestrante acerca de algumas características que podem explicar alguns comportamentos de pessoas com TEA e orientações sobre como intervir de forma a contribuir para uma maior inclusão social. Todo o debate evidenciou como precisamos encontrar estratégias de comunicação e de socialização para assegurar a participação de pessoas com TEA nos espaços das bibliotecas.

    A mediadora de leitura Isamar Martins, coordenadora da biblioteca do CEPOMA, compartilhou a sua angústia ao receber crianças com TEA, considerando que cada uma pode ter características e demandas muito diferentes. Diante dessa inquietação, Rafaella orientou que o princípio central para abordar a pessoa com TEA é tentar conhecer a criança, quais os seus interesses e questionar: quem é essa criança, o que a motiva, que tema ela gosta? - Esta é a porta de entrada para se comunicar e oferecer coisas que atendam às suas necessidades. Além disso, indicou que é importante tentar evitar estímulos sensoriais que sejam incômodos por sua hipersensibilidade para assim oportunizar que ele se expresse com as habilidades que tem.

    Já Vania Silva, da Biblioteca do Poço da Panela, relatou a convivência com duas crianças que frequentam a biblioteca e ponderou que precisamos nos perguntar que elementos demanda de nós mais atenção para que estejamos mais sensíveis às necessidades de quem vive no espectro autista. Ela nos questionou: Como a gente interage, como são nossos padrões mais usuais? Temos desenvolvido o que Rubens Alves chama de escutatória? - E ponderou: A normatividade pode carregar problemas. Nessa mesma direção Rafaella ressaltou que uma questão central é superar barreiras atitudinais, no sentido de mudar nossas ações e ampliar nossa capacidade de escuta, de valorizar o potencial de cada um, de reconhecer e respeitar a neurodiversidade e estilos cognitivos diferentes. O importante é ter empatia e entender e valorizar a diversidade presente na sociedade.

    Maria Betânia, coordenadora da Biblioteca Popular do Coque chamou a atenção para a necessidade de cuidar das mães de crianças com TEA, que também precisam de ajuda e apoio. A bolsista Emanuelly agregou, ainda, um relato acerca da importância das famílias para assegurar o direito à educação e para que ocorra a recepção das crianças nos ambientes das escolas. As famílias precisam ser vistas como parceiras, conforme argumentou Rafaella e lembrou: Esse tema da relação família-educação, está assegurado nas diretrizes e referências legais, mas falta muitas vezes esse acolhimento e escuta às famílias para orientá-las e apoiar principalmente as mulheres que precisam ser apoiadas. - E concluiu: a grande questão é a necessidade de uma mudança na sociedade para quebrar barreiras para a inclusão de todos. É preciso ouvir e estar atento para o que as pessoas com TEA têm a nos dizer para poder desenvolver atitudes mais inclusivas.

    Como avaliação do encontro, alguns participantes registraram suas impressões no chat:
    Estou adorando pois essas informações são muito importantes para nós que vivemos em espaços com crianças diversas. Como é importante a inclusão dessas crianças nos espaços de leitura.(Betânia, BPC)
    Muito boa essa orientação de olhar a criança pelo que ela tem de habilidades, interesses e não olhando apenas para os limites. (Ester Rosa, CEEL).
    Amei o encontro, Rafa! Conteúdo muito esclarecedor para mim. Gratidão! (Helen Santos, CEEL)
    Obrigada pela palestra maravilhosa, anotei e aprendi muito.(Caroline Evaristo Paraiso da Silva, bolsista de extensão)

    De um modo geral, concluímos que é importante sensibilizar todas as pessoas que frequentam o ambiente da biblioteca para que entendam as diferentes formas de comportamento, ao mesmo tempo em que não discriminem e tenham uma postura mais inclusiva com as pessoas com TEA.
    Como desdobramento desse encontro, a proposta é retomar esse debate em outros encontros de formação e em projetos de intervenção nas bibliotecas.

    Clique para mais informaçõesClique para ocultar as informações

    RESULTADO DA SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO

    O PROGRAMA: BIBLIOTECAS COMUNITÁRIAS NA UFPE E UFPE NAS BIBLIOTECAS COMUNITÁRIAS PUBLICA O RESULTADO DA SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO.

    Clique para mais informaçõesClique para ocultar as informações

    Ver todos os programas Ocultar

    Teses e pesquisas

    Os critérios adotados por crianças para avaliar suas professoras

    Autor:JULIANA DE MELO LIMA
    Grau:Mestrado
    Programa:Pós Graduação em Educação - UFPE
    Orientador:Profª Drª Telma Ferraz Leal
    Ano:2011

    Clique para mais informaçõesClique para ocultar as informações

    A narrativa oral literária na educação infantil: quem conta um conto aumenta um ponto

    Autor:ANA NERY BARBOSA DE ARAÚJO
    Grau:Doutorado
    Programa:Pós Graduação em Educação - UFPE
    Orientador:Profª. Drª. Maria Isabel Patrício de Carvalho Pedrosa
    Ano:2009

    Clique para mais informaçõesClique para ocultar as informações

    Publicações

    Jogos no ciclo de alfabetização : ludicidade, movimento e imaginação na alfabetização do olhar

    Autor:Vários
    Organização:Eleta de Carvalho Freire; Rosinalda Aurora de Melo Teles
    Editora:Universitária-UFPE
    ISBN:978-65-5962-037-1 (online)
    Ano:2021






    Clique para mais informaçõesClique para ocultar as informações

    ENSINO DE ORTOGRAFIA: SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS E JOGOS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL

    Autor:Vários
    Organização:Ana Cláudia Rodrigues Gonçalves Pessoa
    Ano:2020

    Este livro surge com a proposta de estabelecer um diálogo com professores do Ensino Fundamental sobre o ensino da ortografia e de apresentar sugestões de sequências didáticas e de jogos didáticos para esse ensino.




    Clique para mais informaçõesClique para ocultar as informações
    Ver todos os programas Ocultar


Inicio Cursos

Cursos

Subprojeto Mediadores de Leitura na Escola Mediadores - Lista dos Aprovados:

PROCESSO SELETIVO
Subprojeto Mediadores de Leitura na Escola
Mediadores - Aprovados:

Fábio Rogério Rodrigues da Silva -15pontos
Isamar Martins de Santana - 15 pontos
Maria Betania do Nascimento Andrade - 15 pontos
Luciana Lima dos Santos - 14,5 pontos
Adilene Maria Marques Pereira - 14 pontos
Flávia Messias Lucena Melena - 14 pontos
Sthefano Santana Souza de Farias - 13 pontos
Selma Maria de Oliveira - 11 pontos
Mauro Silva de Souza - 11 pontos



ENSINO APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA: UMA PROPOSTA INCLUSIVA

Estão abertas as inscrições para o Curso ENSINO APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA: UMA PROPOSTA INCLUSIVA. O curso será promovido pelo Centro de Estudos em Educação e Linguagem-CEEL e o Núcleo de Educação Matemática-NEMAT, sob a coordenação da Profª Drª Rafaella Asfora. O público-alvo são professores dos Anos Iniciais; professores de Sala de Atendimento Educacional Especializado e Orientadores de Estudo do PNAIC. Serão oferecidas 80 vagas, distribuídas em duas turmas de 40 cursistas cada. As inscrições devem ser realizadas através do envio de ficha de inscrição para o e-mail pacto.portalceel@gmail.com até o dia 04 de julho. Serão selecionados os primeiros 40 inscritos para cada turma, e assim que for efetivada a inscrição, será enviado um e-mail de confirmação.

Clique para mais informaçõesClique para ocultar as informações

Alfabetização e letramento: conceitos e relações

Falar hoje do processo inicial de aprendizagem da língua escrita (alfabetização) nos remete à discussão do conceito de letramento. Se o conceito de alfabetização carrega em si, a princípio, a noção de sujeitos que se apropriaram do sistema alfabético de escrita, o conceito de letramento diz respeito aos usos cotidianos da leitura e da escrita pelos sujeitos, mesmo que estes não sejam alfabetizados. Objetivando a discussão desses conceitos, de modo a favorecer não só a reflexão sobre uma nova prática de ensino da leitura e da escrita, mas sua construção, o curso de Alfabetização e Letramento se propõe a trabalhar com as seguintes temáticas: alfabetização, escolarização e letramento, gêneros textuais e letramento, letramento escolar e escolarização da leitura e da escrita, organização do trabalho escolar e letramento, letramento digital e alfabetizar letrando.



Diversidade textual: os gêneros na sala de aula

No curso “Diversidade textual: os gêneros na sala de aula”, são realizadas atividades de reflexão sobre os limites e possibilidades desse trabalho na escola. A perspectiva assumida é a de que a diversidade textual é uma realidade inescapável a todos os falantes de uma língua, pois, em qualquer circunstância, estamos em contato com gêneros textuais variados, que cumprem funções sociocomunicativas específicas. Objetiva-se, com esse curso, possibilitar a reflexão sobre o papel da escola no tratamento dos gêneros textuais, pois, embora seja considerada, em nossa cultura, a principal agência de letramento, ainda ensaia um projeto pedagógico que contemple, de fato, as práticas sociais de uso da leitura e da escrita. Nas oito unidades do curso não temos o intuito de apresentar receitas, mas sim de discutir fundamentos teóricos e de sugerir alternativas para o encaminhamento metodológico do trabalho com a diversidade de textos na escola. Para isso, longe de encará-lo como uma curiosidade no currículo de Língua Portuguesa, a nossa proposta de formação docente considera-o uma necessidade, já que a multiplicidade de textos orais e escritos compõe um conjunto de manifestações socioculturais que merece ser conhecido, apreciado, recriado, valorizado, na escola e fora dela.



Avaliação em língua portuguesa: contribuições para a prática pedagógica

Neste curso, procuramos tratar de diferentes aspectos de um mesmo tema: a avaliação em língua portuguesa. Além de questões introdutórias mais gerais, tais como o papel da avaliação na escola, a relação entre avaliação e organização curricular, e a importância da avaliação para os processos de letramento e alfabetização, abordamos outros subtemas, que são: histórico e caracterização dos paradigmas de avaliação; avaliação da compreensão leitora, na perspectiva do texto enquanto unidade de sentido; avaliação da produção do texto escolar, tendo em vista suas condições de produção; avaliação da oralidade, no contexto do debate contemporâneo em torno de qual fala ensinar aos alunos; avaliação da análise lingüística, enquanto um dos eixos estruturantes do ensino da língua portuguesa na atualidade, ao lado da leitura e da produção de textos; instrumentos de avaliação, em suas relações com diferentes concepções de linguagem e ensino de português; avaliação na alfabetização, em que procuramos mostrar a diferença de perspectiva conceitual e metodológica entre os procedimentos “tradicionais” e aqueles considerados “construtivistas”.



Alfabetização: apropriação do sistema alfabético de escrita

O objetivo desse curso é refletir sobre as práticas dos professores de alfabetização à luz de referenciais teóricos que fundamentam e explicam os caminhos que os alunos alfabetizandos percorrem no processo de apropriação do sistema de escrita alfabético. Será debatido com os professores como a alfabetização vem constituindo-se historicamente, analisando os mais diferentes métodos comumente utilizados para alfabetizar, como também refletindo sobre as contribuições advindas da teoria psicogenética e dos estudos sobre a consciência fonológica. A socialização de experiências, as atividades e jogos de alfabetização já vivenciados pelos professores em suas salas de aula serão objetos de análise e reflexão, para que assim o espaço de discussão da prática docente seja ampliado, objetivando qualificar cada vez mais o trabalho do professor-alfabetizador.



Oficina: Diversidade textual: seqüências didáticas com base em gêneros

No curso “Diversidade textual: seqüências didáticas com base em gêneros”, destinado a professores do Ensino Fundamental, o processo formativo é centrado na análise, elaboração e implementação de seqüências didáticas com base em gêneros textuais, apresentadas como propostas para a sala de aula. Os gêneros das seqüências são vinte, divididos em cinco domínios discursivos – literatura, mídia, escola, divulgação científica e humor. Em cada seqüência, destinada a um ciclo específico do Ensino Fundamental, abordase o gênero quanto aos eixos de oralidade, leitura, análise lingüística e produção escrita, buscando integrá-los para o desenvolvimento de capacidades de linguagem e para a inserção em práticas de letramento diversificadas e significativas. A carga horária deverá ser combinada com a Secretaria de Educação (no mínimo 12 horas), distribuídas segundo combinação com a Secretaria de Educação.



Oficina: Jogos na Alfabetização

O Centro de Estudos em Educação e Linguagem cria jogos pedagógicos voltados para a aprendizagem do sistema alfabético. Durante a realização das oficinas, os cursistas recebem um kit de 10 jogos, que são usados como exemplos e como objetos de reflexão acerca de seus objetivos, modos de utilização e papel do professor como mediador nas situações de brincadeiras em sala de aula. Carga horária: a ser combinada com a Secretaria de Educação (no mínimo 12 horas). Distribuição da carga horária: a ser combinada com a Secretaria de Educação.



Produção de textos na escola: reflexões e práticas no Ensino Fundamental

Neste curso, os professores refletem sobre temáticas relativas à atividade de produção de textos escritos em salas de aula do Ensino Fundamental. São tratadas questões comuns ao dia-a-dia do professor, por meio da teorização da prática, com aprofundamento em estudos de base sociointeracionista. Propõe-se, também, ao longo do curso, que os docentes analisem seus encaminhamentos didáticos e encontrem pistas para um trabalho docente mais consciente, reflexivo e de melhor qualidade. Para atingir esse objetivo, são analisadas várias seqüências didáticas envolvendo atividades de produção de textos, com vistas a subsidiar o planejamento coletivo de novas propostas.



Ortografia na sala de aula

O curso trata de questões relativas ao ensino e ao aprendizado da norma ortográfica, um tema que constitui motivo de preocupação para pais, professores e alunos. Tradicionalmente, a escola tem concebido a ortografia como uma mera questão de repetição e de memorização. Em uma perspectiva distinta, compreende-se que a ortografia pode e deve ser considerada como um objeto de reflexão. Os subtemas abordados neste curso contemplam discussões sobre a norma ortográfica do português e sobre como os alunos aprendem e como podemos ensinar aquele objeto de conhecimento. O uso do dicionário e a revisão de textos também serão enfocados ao longo da análise do tratamento dado à ortografia em sala de aula.



Língua Portuguesa no Ensino Médio

Nos últimos anos, o ensino médio tem recebido uma maior atenção das políticas públicas com documentos de orientação curricular, com a implantação e ampliação de sistemas de avaliação sistemática e com a possibilidade da própria escolha pelos professores dos livros didáticos. Nesse panorama, este curso se propõe a fazer uma reflexão sistemática sobre o trabalho com leitura, produção de texto, oralidade, literatura e análise lingüística no Ensino Médio. Parte-se de dois conceitos centrais para (re)pensar as atividades de sala de aula: letramento e gêneros do discurso. As onze unidades de trabalho colocam os usos lingüísticos e as práticas sociais de leitura, escrita e oralidade no centro da discussão. Os focos principais das unidades dividem-se em leitura (2), produção de texto (2), literatura (3), avaliação e currículo (2), oralidade (1), análise lingüística (1), projetos didáticos (1). Embora privilegiem um eixo de ensino, cada unidade remete a outras, já que apostamos em uma possível e necessária integração entre esses eixos e na possibilidade de um trabalho interdisciplinar e multicultural. Buscamos, assim, romper com o modelo fragmentado que tem caracterizado as aulas de língua materna no nível médio. O público alvo é formado por professores do Ensino Médio. A carga horária deverá ser combinada com a Secretaria de Educação (no mínimo 44 horas), com distribuição a ser combinada com a Secretaria de Educação.



Leitura no Ensino Fundamental

O curso aborda questões relativas ao ensino e à aprendizagem da leitura na sociedade atual, buscando construir um horizonte de novas possibilidades em relação ao tratamento da leitura no Ensino Fundamental, em nossas escolas. As temáticas tratadas durante o curso têm como fio condutor a noção de leitura como prática social que medeia as ações cotidianas dos indivíduos tanto em espaços privados como em espaços públicos. Buscar-se-á, então, refletir sobre as concepções de leitura e suas implicações para o ensino; refletir sobre os processos cognitivos envolvidos na leitura de textos; refletir sobre os objetivos didáticos do ensino de produção de textos; analisar situações de ensino de leitura na escola; planejar projetos didáticos e outras atividades de leitura; e refletir sobre as práticas de leitura dos professores e o impacto da formação desse professor-leitor para as experiências de leitura de textos literários na escola.



Leitura e produção de textos na alfabetização

Este curso oferece subsídios para a reflexão sobre o ensino da leitura e da produção de textos na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Parte do princípio de que o ensino da leitura e da escrita deve integrar atividades de apropriação do sistema alfabético de escrita e atividades de leitura e produção de textos orais e escritos diversos. Assim, são oferecidas diversas oportunidades de refletir sobre os objetivos didáticos presentes no trabalho com diferentes gêneros textuais, tais como contos, poemas, anúncios, instruções de brincadeiras, receitas culinárias, regras de jogos, listas, cardápios, agendas, cronogramas, dentre outros; bem como são propostos espaços de análise e discussão de situações didáticas de leitura e produção de textos de esferas de interlocução distintas, tais como os textos literários, jornalísticos, epistolares e instrucionais. Durante o curso, também são vivenciados vários momentos de planejamento de atividades didáticas de leitura e produção de textos para crianças em processo de alfabetização.



Formação continuada de professores e professoras

O curso sobre formação continuada de professores e professoras é destinado a coordenadores pedagógicos, educadores de apoio e a todos os profissionais que atuem como formadores de docentes. Através deste curso, objetivamos auxiliar os profissionais que atuarão na formação dos professores a: reconhecer-se como agentes na formação continuada dos professores; refletir sobre diferentes concepções de formação continuada, com ênfase na abordagem crítico-reflexiva; refletir sobre os saberes docentes e o cotidiano da sala de aula; refletir sobre o papel das experiências pessoais e profissionais na construção da identidade profissional; refletir sobre a importância do resgate da trajetória pessoal para compreensão das práticas pedagógicas; planejar e desenvolver projetos de formação continuada dos professores, assumindo o papel de formadores.



Fala e escrita

Este curso trata das relações entre a oralidade e a escrita, com base no princípio de que. apesar de a escola ter como papel central ensinar a escrita, não se pode ignorar que o aluno já domina a língua na modalidade oral, quando nela entra. Além disso, todos falam e a fala ocupa um lugar importante na vida diária. Assim, são aqui oferecidas as bases tanto teóricas como práticas para tratar a oralidade na sua relação com a escrita no processo de produção e compreensão textual no dia-a-dia. Tendo em vista que fala e escrita formam um contínuo de realizações discursivas sempre no formato de um gênero textual, o curso fornece uma bateria de conceitos para fundamentar um tratamento da oralidade na perspectiva textual-discursiva e sócio-interativa, valorizando a oralidade. Trata, ainda, dos processos de transformação da língua falada em língua escrita e, no conjunto, fornece sugestões para um trabalho sistemático das principais características da oralidade no contexto das atividades de ensino de língua de um modo geral.



Turmas

2013 © CEEL/UFPE - Centro de Estudos em Educação e Linguagem - Universidade Federal de Pernambuco - Centro de Educação
Rua Acadêmico Hélio Ramos, s/n, Cidade Universitária - CEP: 50740-530. Recife - PE - Brasil Telefone: (81) 2126.8921