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  • PROGRAMAS

    Programas de formação de professores da educação básica.

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  • CURSOS/TURMAS

    Cursos para professores das redes municipais e estaduais de ....

    Cursos para professores das redes municipais e estaduais Cursos para professores das redes municipais e estaduais
  • MATERIAIS

    Materiais de palestras, comunicações apresentadas, slides e relatos disponibilizadas pode formadores e professores atendidos.

    Material de Apoio.Palestras,comunicações,slides e relatos apresentadas Material de Apoio.Palestras,comunicações,slides e relatos apresentadas
  • Pacto Nacional da Alfabetização na Idade Certa - PNAIC

    O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é uma iniciativa do Governo Federal, através do Ministério da Educação (MEC), que tem como finalidade garantir a alfabetização plena de crianças com até 8 anos de idade em todo o Brasil. Trata-se de um compromisso formal entre instituições de educação superior, secretarias e conselhos estaduais e municipais de educação, cujo eixo principal é a formação continuada de professores alfabetizadores.



    Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana do Recife - RELEITURA

    Mediadores de leitura e coordenadores das oito bibliotecas comunitárias que integram a Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana do Recife estão entusiasmados com a oportunidade de agregar conhecimentos técnicos; juntar o saber acadêmico ao prazer que os move no trabalho de contribuir para democratizar o acesso ao livro e formar leitores. Numa parceria da REleitura com o Ceel Centro de Estudos em Educação e Linguagem, do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco, está em curso o projeto Formação de Gestores e Mediadores de Leitura.



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    Cursos

    Subprojeto Mediadores de Leitura na Escola Mediadores - Lista dos Aprovados:

    PROCESSO SELETIVO
    Subprojeto Mediadores de Leitura na Escola
    Mediadores - Aprovados:

    Fábio Rogério Rodrigues da Silva -15pontos
    Isamar Martins de Santana - 15 pontos
    Maria Betania do Nascimento Andrade - 15 pontos
    Luciana Lima dos Santos - 14,5 pontos
    Adilene Maria Marques Pereira - 14 pontos
    Flávia Messias Lucena Melena - 14 pontos
    Sthefano Santana Souza de Farias - 13 pontos
    Selma Maria de Oliveira - 11 pontos
    Mauro Silva de Souza - 11 pontos



    Turmas



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    Caderno de apresentação

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    Caderno 7 - Alfabetização matemática na perspectiva do letramento

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  • ATUAÇÃO

    Avaliação educacional, assessoria, formação de professores...

    Atuação. Avaliação educacional, assessoria, formação de professores... Material de Apoio.Palestras,comunicações,slides e relatos apresentadas
  • NOTÍCIAS

    Conheça os critérios de participação dos cursos.

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  • TESES E PESQUISAS / PUBLICAÇÕES

    Materiais de palestras, comunicações apresentadas, slides e relatos disponibilizadas..

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  • PESQUISA

    O CEEL desenvolve pesquisas relativas ao ensino da língua portuguesa. Dedica-se, sobretudo, a investigar questões relacionadas ao ensino e à aprendizagem da leitura e da escrita na Educação Infantil, no Ensino Fundamental, no Ensino Médio e também na Educação de Jovens e Adultos.

    Dentre as temáticas desenvolvidas, destacam-se as relacionadas à alfabetização e ao letramento, cujas abordagens compreendem princípios teórico-metodológicos ligados à psicogênese da escrita, ao letramento e ao enfoque dado à diversidade de gêneros textuais na escola.

    A construção identitária dos docentes e aprendizes é também um tema presente nas investigações dos pesquisadores do CEEL.

    Os projetos vem recebendo financiamento de agências de formento à pesquisa, tai como CNPq e FACEPE.



    FORMAÇÃO DE PROFESSORES

    No CEEL funciona o Centro de Formação de Professores (CFP) que atua na formação inicial e continuada de professores de Educação Infantil, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos, promovendo cursos, oficinas, palestras e debates.

    Diante das constantes mudanças nas concepções de linguagem, aprendizagem e ensino nas últimas décadas e tomando por base uma linha sócio-interacionista de trabalho, o CFP oferece cursos presenciais e semipresenciais visando atender à demanda das secretarias de educação por formação continuada de seus profissionais.



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    Circuito Infantil: o encontro com crianças e com a criança que há em nós

    Mais uma vez, pelo oitavo ano consecutivo, o Circuito Infantil da Feira Territórios Interculturais de Leitura, nos rendeu momentos de muito encanto, literatura e brincadeiras, resgatando nossas memórias culturais e afetivas tão bem representadas na tradição oral.
    Repetindo o formato híbrido, uma intensa programação circulou em redes sociais, com vídeos de mediação de leitura e encontros em tempo real com contadoras de histórias (adultos e crianças), além da distribuição de kits de literatura (nossas sacolinhas de leitura). Os vídeos com crianças contando histórias foi um sucesso, de uma beleza sem igual (a programação completa pode ser vista no Instagram: feiradeleitura_ufpe). Nossas parceiras e parceiros da contação de histórias, como sempre, nos encantaram com seus talentos e criatividade. Destacamos a participação de grupos queridos como A Voz na Praça, Grupo Guardiãs da Memória, Cia Palavras Andarilhas, Peixe Beta Espaço Cultural, contadores de história de diversos cantos da cidade e de outras cidades. Outras cidades, sim! Esse ano tivemos a participação de mediadores de leitura de vários municípios que compõem o Sistema de Bibliotecas Públicas Municipais de Pernambuco.
    O Circuito Infantil representa um espaço de colaboração que congrega todas as pessoas envolvidas na Feira de Leitura. São muitas parcerias, muitos detalhes, cuidadosamente tecidos ao longo de meses para proporcionar um momento significativo com a literatura para nossas crianças. Um detalhe importante é que não são apenas as crianças das bibliotecas comunitárias que curtem esse momento. Nossas famílias e amigos cada vez mais ficam na expectativa pela programação, acompanhando, curtindo e compartilhando conteúdos de nossas redes sociais. E o mais importante: nossa "criança interior" se solta, trazida à festa pelo resgate de memórias de nossa cultura, histórias e brincadeiras de nossa infância e pela programação geral da Feira que, focando as memórias literárias de tradição oral, dialogaram permanentemente com nossas experiências de infância.
    Celebrando esse evento tão especial, que já marca nosso calendário afetivo e literário, conseguimos novamente levar às crianças de 14 bibliotecas comunitárias, do bairro da Várzea e também do povo Xukuru (em Pesqueira) as Sacolas de Leitura, com obras literárias e materiais para desenho e pintura, embaladas com nosso carinho e enviadas em lindas mochilas feitas palas costureiras da Biblioteca Comunitária Caranguejo Tabaiares. Foi uma grande operação para que isso fosse possível: doações de livros, campanhas de arrecadação de recursos financeiros para tal propósito - vaquinha, sebo, leilão de obras de arte doadas por artistas parceiros, tudo isso feito de forma virtual!.
    Parece mesmo que as sacolinhas vieram para ficar! Isso porque o Circuito Infantil já envolve as nossas crianças por inteiro, não resta mais dúvidas!



    XEKER DE SEMENTE MÃE ZENILDA ACOLHE 1º FESTIVAL LITERÁRIO XUKURU

    Xeker é um vocábulo remanescente da língua Xukuru que significa casa. Foi na Xeker de Semente Mãe Zenilda, cuja arquitetura em forma circular, com estrutura de tijolo aparente, ripas e caibros de madeira sustentando o telhado, que se conecta com a terra e a mata, que ocorreu nos dias 3, 4 e 5 de novembro/2021 o 1º Festival Literário Leitura, memórias e histórias Xukuru do Ororubá, cujo território se estende ao longo da serra do mesmo nome, no município de Pesqueira-PE.
    A xeker fica na localidade chamada Curral de Boi, aldeia Boa Vista e tem quatro portais abertos para as quatro direções da rosa dos ventos. Os portais abrem espaço para varandas que se somaram às demais salas onde ocorreram, de forma simultânea, as denominadas Trilhas de Saber: oficinas de agricultura do encantamento; mediações de leitura; histórias dos guerreiros Xukuru; pinturas corporais com tintura de jenipapo; oficinas de cordel e outros escritos; rememoração e socialização dos vocábulos remanescentes do léxico Xukuru, como Xeker, Clarissi, (lua), toype (avós, mais velhos).
    É como um templo a Xeker de Semente mãe Zenilda, onde a matriarca realiza diariamente sua tarefa de cuidar da terra, conforme os princípios da agricultura do encantamento, voltada para o compromisso de ensinar principalmente aos jovens como semear, cultivar, reflorestar, partilhar a colheita, coletivamente, alimentando o princípio básico da educação e identidade Xukuru. Entre os seus colaboradores se destaca Iran, o agrônomo, responsável pela Trilha que tratou desse tema.
    Um auditório em formato de arena no centro da casa circular, mantém o piso de terra sobre o qual as pessoas mais velhas, especialmente a mãe Zenilda, costumam andar descalças. Ali ocorreram a abertura, as trilhas de saber e o fechamento do festival literário, com ritual de cânticos acompanhado de toque do membi e instrumentos percussivos, pedindo proteção aos encantados. Na sequência da abertura as falas de boas vindas do Cacique Marcos, e representante do CEEL, Carminha Bandeira, da Releitura Betânia Andrade e da BCCT Reginaldo Marques Pereira; e os depoimentos especialmente de professores e professoras realçando que desde o início da organização do COPIXO a literatura de resistência foi escolhida como um dos pilares da formação.
    Na perspectiva da reconstituição das memórias literárias na formação e organização dos professores Xukuru, tanto o professor Eduardo Feitoza como a professora Márcia pontuaram o lugar da literatura nas escolas Xukuru, contribuindo para marcar o diferencial e a especificidade. Ambos se reportaram ao projeto de intercâmbio Recife x Xukuru, ocorrido em 2016, que selou definitivamente a parceria com o CEEL, ajudando a sistematizar e dar visibilidade aos projetos como Pé de Livro, De Mandaru a Tatuí, que foram realizados no conjunto das escolas contribuindo para o fortalecimento do povo e a unidade das escolas. Marcinha mais uma vez ressaltou o aprendizado referente à classificação dos livros nas estantes das bibliotecas, que foi recriado nas salas de leitura das aldeias usando os signos da cultura para orientar a busca: barretina, membi, entre outros.
    O professor Adjailson fez uma regressão ao tempo da organização do COPIXO e se lembrou das malinhas de leitura distribuídas pelas oficinas de leitura do CCLF, que continham livros de literatura para crianças para circularem nas 25 escolas das aldeias à época. Três malinhas que circularam entre 1995-96 encontravam-se expostas numa das entradas da Casa de Semente e ele mostrou emocionado, alguns livros cuja leitura o marcaram profundamente e que ele usou para ler para as crianças e apoiar o processo de alfabetização: A margarida friorenta, Galileu leu e vida nas aldeias.
    Momento de grande emoção ocorreu na Escola Membi, durante a homenagem póstuma à querida professora Roseli Cordeiro, uma guerreira, estimada por sua gente. Roseli faleceu de forma inesperada, há pouco mais de um ano, deixando duas filhinhas, uma ainda bebê, e a dor por essa perda ainda é muito sentida.
    A programação da feira contemplou a inauguração da Sala de Leitura Roseli Cordeiro, que foi precedida de um ritual de despedida, que simbolizou o processo de encantamento: na frente de sua gente a amiga finalmente deixou o mundo dos vivos, virou história e permanecerá para sempre na memória. Que lugar melhor do que uma biblioteca, que ao receber o seu nome, passa a dar profundo sentido àquele momento carregado de tantos simbolismos?
    Ali também Mãe Zenilda cumpriu a sua missão, de evocar, abraçar, consolar, a quem precisava de amparo para suportar a dor, pedindo, na hora certa: FORÇA TUPÃ. No final nos dirigimos à SALA DE LEITURA ROSELI CORDEIRO cuja foto sorridente e acolhedora nos recepcionou recebendo a doação dos livros.
    O professor Eduardo Feitoza que respondeu pela coordenação geral do Festival representando o COPIXO (Comissão de Professores Indígenas Xukuru), formou dupla com o colega Átila e juntos conduziram com harmonia e eficácia a condução das atividades, combinando as tarefas de anfitriões e comunicadores na orientação dos participantes quanto ao desdobramento das atividades.
    O público preferencial do festival foi constituído de estudantes, adolescentes e jovens das mais de trinta escolas das aldeias que se deslocaram de suas localidades para conhecerem a Casa de Semente e participarem das Trilhas de Saber, cumprindo dessa forma o objetivo estabelecido pelo coordenador: plantar no coração das crianças e das crianças e dos jovens as sementes dos saberes do seu povo; fortalecer os vínculos, aprender a ter orgulho de ser Xukuru.
    O artista plástico e escritor Geraldo Bananeira responsável pela arte de identidade gráfica da feira, esteve presente relatando o processo de criação a apresentando outros livros de sua autoria: Urubinha e Ciclo das águas, que ele escreveu e desenhou partindo de uma estratégia que envolve a participação das crianças na criação coletiva das histórias.
    Mais informações e imagens no instagram: festivaliterarioxukuru



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    Teses e pesquisas

    Os critérios adotados por crianças para avaliar suas professoras

    Autor:JULIANA DE MELO LIMA
    Grau:Mestrado
    Programa:Pós Graduação em Educação - UFPE
    Orientador:Profª Drª Telma Ferraz Leal
    Ano:2011

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    A narrativa oral literária na educação infantil: quem conta um conto aumenta um ponto

    Autor:ANA NERY BARBOSA DE ARAÚJO
    Grau:Doutorado
    Programa:Pós Graduação em Educação - UFPE
    Orientador:Profª. Drª. Maria Isabel Patrício de Carvalho Pedrosa
    Ano:2009

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    Publicações

    Revista Literatura e arte no ciclo da alfabetização #5 Ano 2021

    Autor:Beatriz de Barros de Melo e Silva; Carminha Bandeira; Clécio Bunzen; Cida Fernandez; Elis Araújo; Érika Montenegro; Ester C. S. Rosa; Daniel Pereira ;Maria das Graças Vital de Melo ;Maria de Fátima da Conceiç&
    Organização:Beatriz de Barros de Melo e Silva; Ester Calland de Sousa Rosa; Maria Helena Santos Dubeux; Telma Ferraz Leal.
    Editora:Companhia Editora de Pernambuco- (CEPE)
    ISBN:ISBN: ISSN 2595-6086
    Ano:2021


    Link:https://drive.google.com/file/d/1pleSFGX0p-M2zSsaJOsahf8zmqQDPbGU/view?usp=sharing




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    Revista Literatura e arte no ciclo da alfabetização, #1, Ano 2017

    Autor:Beatriz de Barros de Melo e Silva; Carminha Bandeira; Clécio Bunzen; Cida Fernandez; Elis Araújo; Érika Montenegro; Ester C. S. Rosa; Daniel Pereira ;Maria das Graças Vital de Melo ;Maria de Fátima da Conceiç&atil
    Organização:eatriz de Barros de Melo e Silva; Ester Calland de Sousa Rosa; Maria Helena Santos Dubeux; Telma Ferraz Leal.
    Editora:Companhia Editora de Pernambuco- (CEPE)
    ISBN:ISSN 2595-6086
    Ano:2017


    Link:https://drive.google.com/file/d/1WKqOHu7442clQ3aHcf2yrCYADuBKKx6R/view?usp=sharing




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Notícias

Circuito Infantil: o encontro com crianças e com a criança que há em nós

25.11.2021


Mais uma vez, pelo oitavo ano consecutivo, o Circuito Infantil da Feira Territórios Interculturais de Leitura, nos rendeu momentos de muito encanto, literatura e brincadeiras, resgatando nossas memórias culturais e afetivas tão bem representadas na tradição oral.
Repetindo o formato híbrido, uma intensa programação circulou em redes sociais, com vídeos de mediação de leitura e encontros em tempo real com contadoras de histórias (adultos e crianças), além da distribuição de kits de literatura (nossas sacolinhas de leitura). Os vídeos com crianças contando histórias foi um sucesso, de uma beleza sem igual (a programação completa pode ser vista no Instagram: feiradeleitura_ufpe). Nossas parceiras e parceiros da contação de histórias, como sempre, nos encantaram com seus talentos e criatividade. Destacamos a participação de grupos queridos como A Voz na Praça, Grupo Guardiãs da Memória, Cia Palavras Andarilhas, Peixe Beta Espaço Cultural, contadores de história de diversos cantos da cidade e de outras cidades. Outras cidades, sim! Esse ano tivemos a participação de mediadores de leitura de vários municípios que compõem o Sistema de Bibliotecas Públicas Municipais de Pernambuco.
O Circuito Infantil representa um espaço de colaboração que congrega todas as pessoas envolvidas na Feira de Leitura. São muitas parcerias, muitos detalhes, cuidadosamente tecidos ao longo de meses para proporcionar um momento significativo com a literatura para nossas crianças. Um detalhe importante é que não são apenas as crianças das bibliotecas comunitárias que curtem esse momento. Nossas famílias e amigos cada vez mais ficam na expectativa pela programação, acompanhando, curtindo e compartilhando conteúdos de nossas redes sociais. E o mais importante: nossa "criança interior" se solta, trazida à festa pelo resgate de memórias de nossa cultura, histórias e brincadeiras de nossa infância e pela programação geral da Feira que, focando as memórias literárias de tradição oral, dialogaram permanentemente com nossas experiências de infância.
Celebrando esse evento tão especial, que já marca nosso calendário afetivo e literário, conseguimos novamente levar às crianças de 14 bibliotecas comunitárias, do bairro da Várzea e também do povo Xukuru (em Pesqueira) as Sacolas de Leitura, com obras literárias e materiais para desenho e pintura, embaladas com nosso carinho e enviadas em lindas mochilas feitas palas costureiras da Biblioteca Comunitária Caranguejo Tabaiares. Foi uma grande operação para que isso fosse possível: doações de livros, campanhas de arrecadação de recursos financeiros para tal propósito - vaquinha, sebo, leilão de obras de arte doadas por artistas parceiros, tudo isso feito de forma virtual!.
Parece mesmo que as sacolinhas vieram para ficar! Isso porque o Circuito Infantil já envolve as nossas crianças por inteiro, não resta mais dúvidas!






XEKER DE SEMENTE MÃE ZENILDA ACOLHE 1º FESTIVAL LITERÁRIO XUKURU

22.11.2021


Xeker é um vocábulo remanescente da língua Xukuru que significa casa. Foi na Xeker de Semente Mãe Zenilda, cuja arquitetura em forma circular, com estrutura de tijolo aparente, ripas e caibros de madeira sustentando o telhado, que se conecta com a terra e a mata, que ocorreu nos dias 3, 4 e 5 de novembro/2021 o 1º Festival Literário Leitura, memórias e histórias Xukuru do Ororubá, cujo território se estende ao longo da serra do mesmo nome, no município de Pesqueira-PE.
A xeker fica na localidade chamada Curral de Boi, aldeia Boa Vista e tem quatro portais abertos para as quatro direções da rosa dos ventos. Os portais abrem espaço para varandas que se somaram às demais salas onde ocorreram, de forma simultânea, as denominadas Trilhas de Saber: oficinas de agricultura do encantamento; mediações de leitura; histórias dos guerreiros Xukuru; pinturas corporais com tintura de jenipapo; oficinas de cordel e outros escritos; rememoração e socialização dos vocábulos remanescentes do léxico Xukuru, como Xeker, Clarissi, (lua), toype (avós, mais velhos).
É como um templo a Xeker de Semente mãe Zenilda, onde a matriarca realiza diariamente sua tarefa de cuidar da terra, conforme os princípios da agricultura do encantamento, voltada para o compromisso de ensinar principalmente aos jovens como semear, cultivar, reflorestar, partilhar a colheita, coletivamente, alimentando o princípio básico da educação e identidade Xukuru. Entre os seus colaboradores se destaca Iran, o agrônomo, responsável pela Trilha que tratou desse tema.
Um auditório em formato de arena no centro da casa circular, mantém o piso de terra sobre o qual as pessoas mais velhas, especialmente a mãe Zenilda, costumam andar descalças. Ali ocorreram a abertura, as trilhas de saber e o fechamento do festival literário, com ritual de cânticos acompanhado de toque do membi e instrumentos percussivos, pedindo proteção aos encantados. Na sequência da abertura as falas de boas vindas do Cacique Marcos, e representante do CEEL, Carminha Bandeira, da Releitura Betânia Andrade e da BCCT Reginaldo Marques Pereira; e os depoimentos especialmente de professores e professoras realçando que desde o início da organização do COPIXO a literatura de resistência foi escolhida como um dos pilares da formação.
Na perspectiva da reconstituição das memórias literárias na formação e organização dos professores Xukuru, tanto o professor Eduardo Feitoza como a professora Márcia pontuaram o lugar da literatura nas escolas Xukuru, contribuindo para marcar o diferencial e a especificidade. Ambos se reportaram ao projeto de intercâmbio Recife x Xukuru, ocorrido em 2016, que selou definitivamente a parceria com o CEEL, ajudando a sistematizar e dar visibilidade aos projetos como Pé de Livro, De Mandaru a Tatuí, que foram realizados no conjunto das escolas contribuindo para o fortalecimento do povo e a unidade das escolas. Marcinha mais uma vez ressaltou o aprendizado referente à classificação dos livros nas estantes das bibliotecas, que foi recriado nas salas de leitura das aldeias usando os signos da cultura para orientar a busca: barretina, membi, entre outros.
O professor Adjailson fez uma regressão ao tempo da organização do COPIXO e se lembrou das malinhas de leitura distribuídas pelas oficinas de leitura do CCLF, que continham livros de literatura para crianças para circularem nas 25 escolas das aldeias à época. Três malinhas que circularam entre 1995-96 encontravam-se expostas numa das entradas da Casa de Semente e ele mostrou emocionado, alguns livros cuja leitura o marcaram profundamente e que ele usou para ler para as crianças e apoiar o processo de alfabetização: A margarida friorenta, Galileu leu e vida nas aldeias.
Momento de grande emoção ocorreu na Escola Membi, durante a homenagem póstuma à querida professora Roseli Cordeiro, uma guerreira, estimada por sua gente. Roseli faleceu de forma inesperada, há pouco mais de um ano, deixando duas filhinhas, uma ainda bebê, e a dor por essa perda ainda é muito sentida.
A programação da feira contemplou a inauguração da Sala de Leitura Roseli Cordeiro, que foi precedida de um ritual de despedida, que simbolizou o processo de encantamento: na frente de sua gente a amiga finalmente deixou o mundo dos vivos, virou história e permanecerá para sempre na memória. Que lugar melhor do que uma biblioteca, que ao receber o seu nome, passa a dar profundo sentido àquele momento carregado de tantos simbolismos?
Ali também Mãe Zenilda cumpriu a sua missão, de evocar, abraçar, consolar, a quem precisava de amparo para suportar a dor, pedindo, na hora certa: FORÇA TUPÃ. No final nos dirigimos à SALA DE LEITURA ROSELI CORDEIRO cuja foto sorridente e acolhedora nos recepcionou recebendo a doação dos livros.
O professor Eduardo Feitoza que respondeu pela coordenação geral do Festival representando o COPIXO (Comissão de Professores Indígenas Xukuru), formou dupla com o colega Átila e juntos conduziram com harmonia e eficácia a condução das atividades, combinando as tarefas de anfitriões e comunicadores na orientação dos participantes quanto ao desdobramento das atividades.
O público preferencial do festival foi constituído de estudantes, adolescentes e jovens das mais de trinta escolas das aldeias que se deslocaram de suas localidades para conhecerem a Casa de Semente e participarem das Trilhas de Saber, cumprindo dessa forma o objetivo estabelecido pelo coordenador: plantar no coração das crianças e das crianças e dos jovens as sementes dos saberes do seu povo; fortalecer os vínculos, aprender a ter orgulho de ser Xukuru.
O artista plástico e escritor Geraldo Bananeira responsável pela arte de identidade gráfica da feira, esteve presente relatando o processo de criação a apresentando outros livros de sua autoria: Urubinha e Ciclo das águas, que ele escreveu e desenhou partindo de uma estratégia que envolve a participação das crianças na criação coletiva das histórias.
Mais informações e imagens no instagram: festivaliterarioxukuru






MINICURSOS - VIII Feira de Leitura: Territórios Interculturais da Leitura

02.11.2021


No período de 25 a 29 de outubro/21, ocorreram 07 minicursos oferecidos através da plataforma Google Meet da UFPE. Os minicursos tiveram como focos o resgate de memórias, expressas a partir de vivências culturais, socais, étnicas e familiares, além de discussões acerca da produção escrita e do processo de editoração de livros.
Oralidade dos anciões Fulni-ô: a pedagogia nativa de aprendizagem. Ministrado por Hugo Fulni-ô, o minicurso ofereceu aos participantes a oportunidade de entender a forma nativa e ancestral de ensino da Cultura dos Fulni-ô, frente a narrativas dos velhos da comunidade indígena e o papel significativo dos anciões dentro da aldeia. No minicurso, com a apresentação do vídeo que produziu, "Guardiões de um tesouro linguístico", narrado na língua Yaathe, o ministrante demonstrou, como as lembranças que partem das memórias dos anciões, remetem ao acúmulo dos saberes ancestrais.
Brincadeiras cantadas, outras cantigas e memória. Minicurso ministrado pelas formadoras do CEEL, Beatriz de Barros de Melo e Silva e Carminha Bandeira. Com os objetivos resgatar antigas brincadeiras cantadas e outras cantigas foram estabelecidas relações com as experiências vividas e com a cultura, refletindo-se sobre as possibilidades de ampliação de leitura e do repertório a partir das brincadeiras e canções da tradição oral. Lembranças dos cursistas foram levantadas através de brincadeiras cantadas, estabelecendo-se um diálogo sobre essas brincadeiras e a perspectiva da ludicidade e da cultura. O relato de uma experiência com cantigas populares, na Biblioteca Comunitária Caranguejo Tabaiares - BCCT/Recife, dentro do intercâmbio Recife/Nante (França), destacou o papel desse trabalho como importante prática na alfabetização, sendo por fim enfatizada a necessidade da presença desse brincar nas escolas e nas bibliotecas.
Ficção e memória na criação literária - Diálogo entre duas abordagens. Minicurso ministrado por duas escritoras pernambucanas: Bernadete Bruto (Maria Bernadete Mariz Bruto da Costa) e Maria Alice Amorim. Com o propósito de apresentar o papel da ficção e memória na construção de obras biográficas, foi estabelecido um diálogo entre duas abordagens literárias a poesia e a prosa, através dos trabalhos autorais: "Erre Aurora Erre" e "Em nome de Rosa: uma quase ficção", escritos pelas ministrantes. A partir dos relatos de experiências pessoais, as autoras, procuraram trazer elementos relevantes e úteis para quem se aventura na escrita dos gêneros literários por elas focalizados.
OFICINA DE ESCRITA: memorialismo, baús e lampiões. O ministrante do minicurso Stefanni Marion é autor de livros e oferece oficinas com o título desse minicurso. O foco do minicurso foi a produção do gênero literário memorialismo, tendo sido demonstrado que a prática da escrita pode ser provocada a partir da recordação. Assim, no filtro do presente, lembranças e fantasias podem ser recriadas, editadas e transformadas em experiências literárias.
Literatura oral brasileira e timorense - laços interculturais. Minicurso ministrado por Márcia Vandineide Cavalcante, professora da Universidade Federal de Pernambuco - Centro de Educação. Foram ressaltadas as relações literárias, linguísticas, históricas e interculturais que podem ser estabelecidas a partir da literatura oral brasileira e timorense. Considerando essas articulações foram levantadas possibilidades de serem (re)pensadas sistemáticas teórico-metodológicas para as práticas de oralidade, leitura e escrita no ensino fundamental e médio.
Os papéis do editor. O minicurso foi ministrado pelo escritor, editor e professor do Colégio de Aplicação/UFPE Wellington de Melo. Foi compartilhado um pouco do trabalho de edição de livros, com a apresentação dos diferentes perfis de um editor e de suas funções dentro do processo editorial. O minicurso também trouxe dicas de como lidar com originais, além de serem demonstrados recursos de produção e de divulgação do livro, dentro do mercado atual de editoração.
Produção Cartoneira - Publicações artesanais e dilatações narrativas da editora Castanha Mecânica. Minicurso ministrado por Fred Caju, escritor e responsável pela Editora Castanha Mecânica. Através da apresentação das edições da Castanha Mecânica, o ministrante refletiu sobre formas de fazer dos livros artesanais e independentes, demonstrando que o uso do suporte pode ser pensado de forma criativa e política para dar mais capilaridade à experiência literária.


Alguns depoimentos de participantes:
"Eu adorei o minicurso Os papéis do editor. O professor Wellington usou uma linguagem e método super acessíveis nas suas explicações. Sua vivência como editor trouxe exemplos muito ricos e que valem de aprendizado e inspiração pra qualquer pessoa que se interesse pela área." Tiago Alessandro Vasconcelos - 3º período de Biblioteconomia UFPE
"Como mediadora de uma biblioteca comunitária, os minicursos ofertados pela Feira de Leitura do Centro de Educação da UFPE, tem proporcionado momentos de trocas interessantes, diversificados e com temáticas necessárias para o meu fazer cotidiano." Isamar Santana - Coordenadora da Biblioteca Comunitária CEPOMA/Recife.
"Participar da VIII Feira de Literatura promovida pela Centro de Educação da UFPE e divulgada pelo Sistema de Bibliotecas de PE, só veio acrescentar à nossa prática dentro da Biblioteca Pública Municipal de Arcoverde. Então em nome de Gleis Maciel, Clecilda Lucena e Carmem Lúcia e demais funcionários a nossa gratidão."
"Boa tarde, aqui é Creusa Cavalcanti da Biblioteca Pública Municipal Dom João de Souza Lima - Tacaratu. Eu quero parabenizar a todos pelas oficinas, pelo trabalho que está sendo oferecido. Para nós aqui está sendo muito enriquecedor. Tem dias que eu assisto, participo só, tem dias, quando é no horário que estou trabalhando, eu participo com a equipe toda, inclusive a de hoje foi maravilhosa (Produção Cartoneira). Então eu quero parabenizar a todos e agradecer pela oportunidade de participar. Muito obrigada!"






O Festival Literário Caranguejo Tabaiares - O ato de ler na formação humana

29.10.2021


Cinco dias mergulhados no mundo da literatura. A Comunidade Caranguejo Tabaiares, na Ilha do Retiro, bairro da Zona Oeste do Recife, amigos e parceiros da biblioteca vivenciaram momentos de aprendizagem, brincadeiras, diversão e muita troca de ideias. O I Festival Literário - O ato de ler na formação humana é parte da Feira de Leitura do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e ocorreu de 11 a 15 de outubro de 2021, homenageando o centenário do educador e filósofo pernambucano Paulo Freire.

"Nosso objetivo é que, cada vez mais, crianças, jovens, adultos e idosos busquem o universo da leitura e se aproximem do amplo conhecimento proporcionado pelos livros", ressalta o coordenador da Biblioteca Comunitária Caranguejo Tabaiares, Reginaldo Pereira, um dos organizadores do evento que ofereceu, entre outras coisas, oficinas de rap, cordel, cartonaria, pintura, contação de histórias, recital de poesias, rodas de diálogo. Sem a comunidade, os amigos e os parceiros - lembra Reginaldo - nada disso teria acontecido.

Para a professora Ester Rosa, integrante do Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL) da UFPE, o evento não teve apenas data para começar e terminar. Ele é permanente. "Esse festival tem muita vida, muita autenticidade. Ele é resultado de um trabalho que acontece ao longo do ano. E é uma alegria ver essa persistência da biblioteca, que faz a diferença na comunidade", registra Ester. Ela participou do sarau poético, mediou a mesa de debate sobre o Ato de ler na formação humana - com o coordenador de literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Roberto Azoubel, e a professora da Universidade Federal de São João Del Rey, em Minas Gerais, Socorro Nunes -e representou o CEEL no Café Literário, um momento de conversa sobre leitura e parceria para encerrar a programação. O Café Literário teve ainda a presença do ilustrador Rodrigo Fischer, responsável pelos traços e cores da marca do festival.

Integrantes do CEEL, Beatriz Barros, Carmem Lúcia Bandeira, Fátima Duarte, Gabriel Santana e Maria Helena Santos também participaram do sarau poético no primeiro dia do evento e ajudaram a organizar a programação. O festival teve ainda oficinas de rap, com os Mc GL9 e Mc Tom; de cartornaria, com Wellington de Melo; de cordel, por Allan Salles; de pintura com as crianças, realizada pela mediadora de leitura Auda Cavalcanti; retrato da palavra, com as idosas, idealizada por Betânia Andrade, da Biblioteca do Coque; sobre saúde mental e literatura, no Grupo Adolescer, que funciona na comunidade mesmo.

Uma exposição com 21 textos da poetisa paraibana Janice Japiassu também foi organizada especialmente para o festival. O material está exposto na Escola Estadual Maria Goretti, no bairro da Madalena, e deve circular por outras unidades de ensino. "Janice Japiassu tinha hábitos simples, intimista, fazia de seus escritos um brinde às pessoas queridas. Talvez, justamente por essa característica, não tenha figurado tanto na mídia e em outros espaços de divulgação. Seus leitores, entretanto, se tornaram cativos, fiéis", comenta a professora do Centro de Educação da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) Ywanoska Gama.

Ywanoska, inclusive, recorreu a um dos poemas de Janice - "Carta a Adélia Prado" - para realizar uma mediação de leitura sobre o universo feminino na literatura. Na programação do festival ainda houve contação de histórias, entre elas uma conversa com o escritor Valdir Oliveira e a produtora cultural Beta Ferralc; e história e música, com Vinícius Viramundos. Como a data do encontro coincidiu com o Dia das Crianças, a garotada teve direito a gincana, doces e presentes.

O festival também ofereceu outras duas mesas de debate: sobre projetos de memórias, com Alexandrina Sobreira e Stela Siebra, e sobre a importância dos mediadores de leitura, com Ceça Silva, da Caranguejo Tabaiares, e Rafael Andrade, da Biblioteca do Coque. "Em muitas periferias, a biblioteca comunitária é o único instrumento cultural, muitas vezes o único espaço de convívio social. É isso que chamamos de biblioteca viva, pois ela não só é um espaço com estantes e livros, mas, sim, um espaço onde os livros são lidos, emprestados, onde a leitora e o leitor possam se sentir acolhidos, ouvidos e abraçados perante toda a sua diversidade de ser, agir e de ler", destaca Rafael Andrade, licenciado em letras pela UFRPE.

"A biblioteca pode ajudar a construir outro futuro, outras possibilidades. Muitos chegam e se descobrem leitores na biblioteca. Mas o festival mostra que as pessoas nas comunidades não querem apenas ter acesso aos livros. Elas querem também ter o direito de anunciar sua fala, mostrar sua capacidade de produção cultural, literária", observa Ester Rosa.

O I Festival Literário Caranguejo Tabaiares terminou, mas a VIII Feira continua em outros encontros que acontecerão até o fim de novembro deste ano. Eles fazem parte do Programa de Extensão Bibliotecas comunitárias da UFPE e UFPE nas comunidades.

O próximo evento será no município de Pesqueira, Agreste pernambucano. O 1º Festival Literário Xukuru - Leituras, memórias e histórias Xukuru do Ororubá está programado para os dias 3, 4 e 5 de novembro. Haverá mesa de debates, exibição de vídeo, minicursos, mostra de projetos de leitura. No encerramento, uma noite cultural, com direito a samba de coco, banda de pífanos e sarau poético.

E a programação seguirá com a 5ª Festa Literária, de 10 a 12 de novembro, no Alto do Moura, em Caruaru, também no Agreste do Estado; a 8ª Feira de Leitura organizada pelo Centro de Educação da UFPE, do dia 16 ao dia 19 de novembro, com programação toda online; e a 5ª Festa Literária do Coque, de 25 a 27 de novembro deste ano.






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